PRESS RELEASE

Oi, quer escrever sobre a bunker? Aí embaixo tem um pouco da nossa história e fatos que podem virar notícia.

Estamos sempre à disposição para trocar uma ideia sobre cuecas e contar mais da nossa história, é só entrar em contato.


Marca de cuecas vai na contramão do consumismo e só vende um tipo de produto.

A bunker, marca carioca de cuecas, formada por três jovens irmãos, adotou uma estratégia inusitada para quem trabalha com moda. Ao invés de opções de modelos, cores, estampas, tecidos e mudanças de coleção, a empresa comercializa apenas um modelo da peça íntima masculina e somente em uma cor.

Segundo os sócios Felipe, Rafael e Fábio Magalhães Braga, antes do lançamento da marca, a empresa realizou uma pesquisa com homens e mulheres para descobrir suas preferências e gostos na moda íntima. A pesquisa concluiu que mais de 80% das pessoas entrevistadas tinham preferência pela cueca boxer preta. Mas não foi só essa a razão que motivou os empreendedores a adotarem uma única peça como estratégia. 

Segundo Felipe Braga, as empresas que estão no mercado atualmente criaram opções demais, dando liberdade de escolha para as pessoas. “Qualquer compra hoje vira uma eterna análise entre modelos e cores, seja para comprar um carro ou uma peça de roupa. Há estudos que indicam que tantas escolhas geram mais estresse do que satisfação. Por isso, resolvemos simplificar. Nosso produto é apenas um modelo e na cor preta”, comenta Braga.


Sobre a bunker

A bunker, marca carioca de cuecas, nasceu em 2017, no Rio de Janeiro, através do sonho empreendedor de três jovens irmãos, Felipe Magalhães Braga (36 anos), Rafael Magalhães Braga (32) e Fábio Magalhães Braga (27). Apesar do pouco tempo no mercado, nesse período, a marca já participou de diversas edições da Babilônia Feira Hype, evento inspirado nas feiras de rua de Nova York e Londres, e foi selecionada pelo SEBRAE para um programa de moda sustentável.  A marca está presente na maioria dos estados e todas as vendas são feitas pela loja online - www.usebunker.com.br ou Instagram @usebunker.

Diferenciais da marca: 

A bunker é feita com matéria-prima e mão de obra nacional.

Só há um modelo e uma cor - a boxer preta.

A cueca é uma peça de engenharia e foi pensada nos detalhes para proporcionar conforto máximo. Bojo com espaço extra, tecido exclusivo com tratamento anti-bactérias, que não enrola na perna e ajuda na transpiração do corpo, marca discreta e redução no número de costuras para gerar menos atrito. 


A moda feita localmente.

A bunker, marca carioca de cuecas, é um dos exemplos de empresas que têm preferido buscar na indústria local o seu desenvolvimento. Fazendo o contrário de muitas marcas que levam a produção para a Ásia, onde o custo de mão de obra e produção são menores, a produção local considera questões além do custo. Segundo Felipe Braga, um dos sócios empreendedores por trás da bunker, a decisão de produzir localmente passou por diversas considerações.

 "Apesar de ser mais barato importar esse tipo de produto da Ásia, queríamos gerar impacto positivo real no Brasil, gerar empregos, desenvolver parceiros e técnicas de produção. O tecido, elástico, etiqueta, embalagem, é tudo proveniente de indústrias nacionais, e em alguns casos de empresas familiares. A nossa produção é feita no Rio de Janeiro por um grupo de costureiras talentosas", comenta o jovem empreendedor.

A bunker não é um caso isolado, inclusive a empresa faz parte de um programa do SEBRAE para o desenvolvimento de moda sustentável, onde outras 39 empresas participantes têm uma visão similar.

"Em algum momento, pode ser que façamos o caminho contrário, exportando produtos. Recentemente fomos procurados por uma marca Suíça que queria que a bunker fabricasse cuecas para eles, mas no momento queremos nos concentrar em desenvolver nossa marca e crescer de forma sustentável, comenta Felipe Braga."


A inovação pode estar em qualquer lugar, até em cuecas.

A bunker, marca carioca de vestuário masculino, declara ter inovado em um item de onde não esperava muitas novidades: a cueca.

Segundo os sócios Felipe, Rafael e Fábio Magalhães Braga, o modelo desenvolvido foi pensado nos detalhes para oferecer mais conforto que outras cuecas que já existem no mercado.

"Antes de fazermos a primeira peça, entrevistamos muitos homens para saber o que era o mais importante em uma cueca. Para a grande maioria o conforto era o principal atributo, então investimos alguns meses até chegar a um produto com conforto superior”, comenta Felipe Braga.

Do tecido, que eles chamam de “sinistro”, até um modelo com uma construção com menos costuras, a empresa diz que a cueca é uma pequena obra de engenharia. "Descobrimos o que faz a perna da cueca subir e enrolar, e conseguimos solucionar o problema. Além disso, nosso tecido tem um toque mais macio, ajuda na transpiração e tem tratamento anti-bactérias”, afirma Braga.

O produto pode ser encontrado em algumas barbearias no Rio de Janeiro ou na loja online da marca em www.usebunker.com.br.


O ecommerce como caminho para o empreendedorismo

O mercado de e-commerce brasileiro continua crescendo e atraindo empreendedores que desejam explorar esse segmento. Segundo a ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), a estimativa de crescimento para 2017 é de 11% em relação ao ano anterior.

A bunker, marca carioca de vestuário masculino, é mais um exemplo de empreendedorismo na era digital. A empresa formada por três jovens irmãos tem como principal canal de vendas a loja online.

Os sócios Felipe, Rafael e Fábio Braga afirmam que no começo tinham a estratégia de venda no atacado para lojas de departamento e multimarcas. Entretanto, decidiram investir no caminho digital. Com apenas quatro meses de operação, a marca já vende centenas de peças por mês e já fez entregas na maioria dos estados brasileiros. 

Contudo, de acordo com Felipe Braga, o início não foi fácil. "Criar um site não é difícil, existem muitas ferramentas simples que ajudam. Mas abrir uma loja online é como inaugurar um negócio sem letreiro em uma rua onde não passa ninguém. Atrair clientes para o e-commerce é um grande desafio, exige conhecimento técnico e investimento."


Negócios em família: vale a pena ter parentes como sócios?

A bunker, marca carioca de vestuário masculino, é fruto da união de três irmãos jovens empreendedores, e é uma das milhares de empresas do Brasil que têm entre seus sócios familiares. 

Escolher parentes como sócios parece um movimento sensato, uma vez que além de afinidade a confiança nos parceiros de negócio é fundamental. Contudo, as relações afetivas e profissionais nem sempre funcionam no mesmo ritmo.

Segundo um dos irmãos e sócio, Felipe Braga, é preciso tomar cuidado apenas para separar os assuntos profissionais dos pessoais. “É muito boa a sensação de estar construindo alguma coisa junto com sua família, temos uma confiança muito grande uns nos outros”, comenta.

Segundo uma pesquisa do SEBRAE sobre o tema, quase 25% das empresas brasileiras têm parentes como sócios, e 22,6% das empresas têm pelo menos um colaborador que é parente de um dos sócios. No cruzamento dos dados, isso significa que um terço das empresas têm o envolvimento de um parente, seja como sócio ou funcionário.


Pesquisa afirma que a cueca certa tem o poder de deixar o homem mais atraente.

A bunker, marca carioca de vestuário masculino, realizou uma pesquisa com homens e mulheres para entender melhor seu público. 

Entre alguns resultados curiosos, um que chamou a atenção dos irmãos e sócios Felipe, Rafael e Fábio Magalhães Braga foi o índice de mais de 90% das pessoas que disseram que a cueca cumpre um papel importante em deixar o homem mais atraente.

A pesquisa dá um recado para os homens que não ligam tanto para essa peça do vestuário que fica escondida a maior parte do tempo.